RESULTADOS/CLASSIFICAÇÃO
15/12/08
Jornada 12
10/12/08
Jornada 11
No domingo passado, a Cafetaria defrontou o Cruzeiro Santana no pavilhão do Freixieiro, o mítico “Choradinho”. Infelizmente, a deslocação a uma terra que é conhecida a nível nacional pelo futsal, não foi positiva para a nossa equipa, pois saímos de lá derrotados. No entanto, a derrota é o único aspecto a lamentar, visto que a Cafetaria, à semelhança do que tinha acontecido na semana anterior, mostrou-se uma equipa personalizada, dominadora e, acima de tudo, com muita atitude.
O jogo começou, praticamente, com o golo do Cruzeiro Santana. A nossa defesa foi apanhada desprevenida e o pivô adversário, isolado perante Nelo, inaugurou o marcador. A partir daqui, o Cruzeiro Santana adoptou uma estratégia de contenção defensiva e de contra-ataque. A Cafetaria, em desvantagem, assumiu as despesas do jogo e acercou-se da baliza adversária, criando algum perigo. O adversário respondia sempre em contra-ataque, normalmente conduzido por apenas dois jogadores, denotando muita preocupação defensiva. Desta maneira, na primeira parte, assistiu-se a um jogo muito táctico, com poucas oportunidades para ambas as equipas. Ainda assim, há a destacar uma jogada de Fabinho, que isolado atirou por cima da baliza, um remate de Pedro, na sequência de um lançamento lateral, desviado pelo guarda-redes adversário para o poste, um pontapé de fora da área do opositor, correspondido por uma boa defesa de Nelo, e um punhado de remates ao lado de ambas as equipas. O intervalo chegou com o Cruzeiro Santana na frente, devido ao acerto defensivo.
Na segunda parte a Cafetaria entrou determinada a mudar o rumo dos acontecimentos. Praticando um futsal rápido e objectivo, não tardou a pôr em sentido a baliza à guarda do adversário. Contudo, o guarda-redes do Cruzeiro Santana decidiu dar um espectáculo de bem defender: por diversas vezes rematámos à baliza e pelas mesmas vezes o golo foi-nos por ele negado. A nossa pressão chegou a ser sufocante, com oportunidades em cima de oportunidades, mas a sorte não esteve do nosso lado, não protegeu os audazes, aqueles que mais arriscaram. À medida que o tempo avançava a ânsia de chegar ao golo era cada vez maior, por isso, havia o risco de desguarnecer a defesa e sofrer um golo em contra-golpe. Aliás, nesta altura, a equipa adversária limitava-se a defender com todos os jogadores na sua metade do campo e a partir depois para contra-ataques, normalmente bem resolvidos pela Cafetaria. Infelizmente, porém, depois de massacrarmos a baliza do Cruzeiro, de procurarmos de todas as formas e feitios chegar ao golo, sem o conseguir, sofremos o 2-0, depois de uma perda de bola no meio campo. E até no golo tivemos azar, pois o jogador da outra equipa chutou a bola contra o corpo de Nelo, ressaltando, batendo no chão e ganhando um efeito caprichoso em direcção ao interior da nossa baliza. A pouco tempo do final do encontro, a Cafetaria continuou a procurar o golo, a jogar e a construir enquanto o adversário limitava-se a observar e a destruir, sendo o seu guarda-redes a figura principal. O jogo terminou, por fim, com dúvidas em relação ao tempo e uma derrota inglória e injusta para a Cafetaria. No entanto, não foi pelo tempo que perdemos. Perdemos porque não concretizámos as oportunidades que criámos, não conseguimos superar a inspiração do guarda-redes (Galochas é um nome que não iremos esquecer tão cedo) e da defesa adversária e porque concedemos dois golos em que os avançados contrários apareceram isolados em frente ao nosso guarda-redes. Embora a atitude da equipa tenha sido inexcedível, há, como sempre, aspectos a melhorar. A 4 jornadas do termo da 1ª volta, encontramo-nos em 7º lugar, com 16 pontos.
O jogo começou, praticamente, com o golo do Cruzeiro Santana. A nossa defesa foi apanhada desprevenida e o pivô adversário, isolado perante Nelo, inaugurou o marcador. A partir daqui, o Cruzeiro Santana adoptou uma estratégia de contenção defensiva e de contra-ataque. A Cafetaria, em desvantagem, assumiu as despesas do jogo e acercou-se da baliza adversária, criando algum perigo. O adversário respondia sempre em contra-ataque, normalmente conduzido por apenas dois jogadores, denotando muita preocupação defensiva. Desta maneira, na primeira parte, assistiu-se a um jogo muito táctico, com poucas oportunidades para ambas as equipas. Ainda assim, há a destacar uma jogada de Fabinho, que isolado atirou por cima da baliza, um remate de Pedro, na sequência de um lançamento lateral, desviado pelo guarda-redes adversário para o poste, um pontapé de fora da área do opositor, correspondido por uma boa defesa de Nelo, e um punhado de remates ao lado de ambas as equipas. O intervalo chegou com o Cruzeiro Santana na frente, devido ao acerto defensivo.
Na segunda parte a Cafetaria entrou determinada a mudar o rumo dos acontecimentos. Praticando um futsal rápido e objectivo, não tardou a pôr em sentido a baliza à guarda do adversário. Contudo, o guarda-redes do Cruzeiro Santana decidiu dar um espectáculo de bem defender: por diversas vezes rematámos à baliza e pelas mesmas vezes o golo foi-nos por ele negado. A nossa pressão chegou a ser sufocante, com oportunidades em cima de oportunidades, mas a sorte não esteve do nosso lado, não protegeu os audazes, aqueles que mais arriscaram. À medida que o tempo avançava a ânsia de chegar ao golo era cada vez maior, por isso, havia o risco de desguarnecer a defesa e sofrer um golo em contra-golpe. Aliás, nesta altura, a equipa adversária limitava-se a defender com todos os jogadores na sua metade do campo e a partir depois para contra-ataques, normalmente bem resolvidos pela Cafetaria. Infelizmente, porém, depois de massacrarmos a baliza do Cruzeiro, de procurarmos de todas as formas e feitios chegar ao golo, sem o conseguir, sofremos o 2-0, depois de uma perda de bola no meio campo. E até no golo tivemos azar, pois o jogador da outra equipa chutou a bola contra o corpo de Nelo, ressaltando, batendo no chão e ganhando um efeito caprichoso em direcção ao interior da nossa baliza. A pouco tempo do final do encontro, a Cafetaria continuou a procurar o golo, a jogar e a construir enquanto o adversário limitava-se a observar e a destruir, sendo o seu guarda-redes a figura principal. O jogo terminou, por fim, com dúvidas em relação ao tempo e uma derrota inglória e injusta para a Cafetaria. No entanto, não foi pelo tempo que perdemos. Perdemos porque não concretizámos as oportunidades que criámos, não conseguimos superar a inspiração do guarda-redes (Galochas é um nome que não iremos esquecer tão cedo) e da defesa adversária e porque concedemos dois golos em que os avançados contrários apareceram isolados em frente ao nosso guarda-redes. Embora a atitude da equipa tenha sido inexcedível, há, como sempre, aspectos a melhorar. A 4 jornadas do termo da 1ª volta, encontramo-nos em 7º lugar, com 16 pontos.
02/12/08
Jornada 10
24/11/08
Jornada 9
A nossa equipa entrou em campo um pouco retraída, enquanto o adversário trocava a bola de forma rápida, embora sem criar real perigo (excepção feita a um ou dois remates de fora da área). Desde cedo se percebeu que o principal desequilibrador de jogo do Praia Mar era o número 13, jogador dotado de um óptimo pé esquerdo e de uma finta rápida, difíceis de travar. Apesar disto, à medida que o tempo avançava, fomos sacudindo a pressão e tomámos as rédeas do jogo. Depois de estabilizados, criámos as primeiras oportunidades e partimos para uma exibição segura no que restava da primeira parte. Remetemos o Praia Mar para a sua zona defensiva e tivemos hipóteses de desfazer o empate, nomeadamente através de um remate cruzado de Fonseca. No entanto, o intervalo chegou com o marcador a zero.
O regresso dos balneários trouxe uma Cafetaria mais pressionante e aguerrida que, consequentemente, ganhava mais lances e tinha maior posse de bola. Contudo, o opositor através de contra-ataques rápidos causava alguns dissabores, atirando, designadamente, uma bola ao poste. Na baliza contrária, o guarda-redes adversário, por sua vez, impedia os festejos de Fabinho e de Pedro. De seguida, o já destacado número 13 do Praia Mar, numa grande jogada individual, passou por meia equipa da Cafetaria e assistiu um companheiro para o golo. Apesar do revés, a nossa equipa não desanimou e caiu em cima do adversário. Esse esforço foi premiado com um golo obtido por Pedro que, depois de receber de costas para a baliza, fez uma rotação e rematou de pé direito, à saída do guarda-redes, repondo a igualdade. Até ao final do jogo tentámos marcar o golo da vitória, mas não fomos bem sucedidos. O apito final acabou com o jogo empatado (1-1) e um ponto para cada equipa. O resultado é justo, pois as equipas equivaleram-se e, desta forma, tudo terminou como tinha começado, ou seja, com o empate dos dois clubes na tabela classificativa, mas com vantagem para a Cafetaria na diferença de golos. Após esta jornada, estamos em 7º lugar a 9 pontos do 1º que é o Sache.
17/11/08
Jornada 8
12/11/08
7ª Jornada
A segunda parte trouxe o sal ao futebol, ou seja, os golos. O primeiro surgiu de um remate de Fabinho do lado esquerdo do ataque da Cafetaria. O guarda-redes, surpreendido pela força do remate, ainda tocou com o braço direito na bola, gesto que não foi suficiente para impedir que esta entrasse na baliza, ficando a sensação que poderia ter feito mais para evitar o golo. O segundo tento foi obtido num movimento de belo efeito de Pedro que de calcanhar amorteceu para o fundo das redes a bola proveniente do remate de Luís. Entretanto a equipa adversária procurava marcar, mas sem sucesso, já que as suas investidas foram sempre anuladas. O 3º golo apareceu com naturalidade numa boa jogada de entendimento. Na conclusão, Carlitos cruzou para o interior da área, onde um oponente na tentativa de cortar fez auto-golo. O quarto e derradeiro golo foi novamente concretizado por Pedro que na sequência de um lançamento chutou de primeira à baliza. O guarda-redes desta feita sofreu um frango monumental, com a bola a passar pelo meio das pernas. A Cafetaria arrumou definitivamente com o jogo e Os Fatigados não tiveram mais ânimo, nem tempo para levar a cabo uma recuperação. O jogo acabou 4-0 devido essencialmente à boa 2ª parte da nossa equipa. Boa nota para o público, incansável no apoio, e para a arbitragem que, salvo alguns pormenores, esteve bem.
03/11/08
Jornada 6
O jogo desta semana ficou marcado negativamente pela arbitragem tendenciosa, vergonhosa e desonesta dos 2 árbitros que marcaram presença no pavilhão do Alfenense, para ajuizar o jogo entre o Araújo e a cafetaria. O comentário começa desta forma porque o que aconteceu influenciou decisivamente a partida.
A primeira parte correu-nos de feição. Assentes numa defesa segura e num ataque eficaz conseguimos marcar 2 golos e sofrer apenas um. Apesar da rapidez dos jogadores adversários, a Cafetaria conseguiu controlar as investidas ofensivas do Araújo (à excepção do golo que nos marcou). O nosso primeiro golo surgiu numa boa iniciativa de Fonseca que, depois de receber um passe longo, rodou e rematou com força e sem hipóteses para o interior da baliza. O golo obtido desconcentrou por instantes a nossa equipa, visto que na jogada imediatamente a seguir o Araújo empatou, num ataque bem executado e concluído ao segundo poste. Culpas para toda a equipa que se desconcentrou. Na resposta Carlitos marcou um golo de belo efeito, através de um chapéu ao guarda-redes adversário, que saiu fora de tempo da sua baliza. Estava feito o 2-1, resultado que se manteve até ao fim da primeira parte. A arbitragem, na primeira metade, foi mais ou menos equilibrada, sem uma tendência declarada. No entanto, foi demasiado permissiva com os jogadores do Araújo que fizeram entradas duras, para vermelho e amarelo, sobre Toni e Pedro.
A segunda parte começou com o aviso do que seria a arbitragem dali para a frente. Numa jogada casual e inofensiva, em que o remate de um jogador do Araújo bateu na mão de Carlitos (e não o contrário), o árbitro marcou falta e, pior que isso, atribuiu um amarelo injusto ao nosso jogador. Quase de seguida o Araújo empatou na sequência de um canto, numa falha defensiva da Cafetaria que permitiu ao pivôt da equipa adversária fazer tudo o que quis. Depois deu-se o momento decisivo da partida: numa jogada em que Nuno ganha a bola a um opositor, o árbitro assinala uma falta inexistente; o nosso jogador reagiu desfavoravelmente, mas sem justificar o que veio a seguir, foi expulso por palavras. Esta circunstância prejudicou a Cafetaria, pois, com apenas 3 jogadores, acabou por sofrer o 3-2 num remate colocado de fora da área. Novamente com 4 jogadores demos tudo para empatar, mas não fomos bafejados pela sorte. Pelo contrário, o Araújo, motivado pelos árbitros e pelo público bárbaro das bancadas, acabou por fazer o 4-2 numa jogada de contra-ataque, finalizada de cabeça, com mais um erro infantil da Cafetaria. Nesta altura, o espectáculo era vergonhoso: os árbitros marcavam faltas inexistentes a favor do Araújo, não assinalavam outras a nosso favor, inventavam bolas que saíam de campo, quando ainda estavam dentro, entre outras atitudes desonestas. Apesar das adversidades, a Cafetaria encontrou ânimo para reduzir para 4-3, num bom remate de fora da área de Carlitos, que bisou no jogo. A equipa galvanizou-se e preparava-se para chegar ao empate, mas tal não lhe foi permitido pelos suspeitos do costume, os árbitros, já que acabaram a partida de imediato, quando ainda faltavam 2 minutos por jogar.
O jogo terminou com uma derrota inglória da Cafetaria por 4-3. É verdade que ainda não praticámos o nosso melhor futsal, também é verdade que o adversário tem uma boa equipa e que fez um bom jogo, no entanto, não podemos deixar de realçar o péssimo trabalho da equipa de arbitragem que nos prejudicou, condicionou e levou ao colo o Araújo. Após esta jornada, seguimos em 9º lugar, empatados com o 7º, com 3 vitórias, 3 derrotas e 9 pontos.
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