02/09/09

BALANÇO DA ÉPOCA

No início da época 2008/2009 o objectivo do clube passava por fazer um bom campeonato, apontando aos lugares cimeiros, tendo em vista a subida de divisão. A prova não começou da melhor maneira, pois no jogo de estreia a equipa foi goleada em casa. Seguiu-se um período irregular, marcado por vitórias e derrotas alternadas praticamente em fins-de-semana consecutivos. A equipa mostrava qualidade individual, mas pecava em termos colectivos. A instabilidade dos resultados reflectia-se na classificação e ao cabo de algumas jornadas a Cafetaria não passava do 5º lugar. As primeiras contrariedades surgiram com a saída de 3 jogadores e a desconfiança no técnico principal, Carlos. Na paragem de Inverno o clube repensou a estratégia e admitiu um novo treinador, José Manuel. A mudança surtiu efeito e a vitória no recomeço do campeonato, em casa do então líder Sache, marcou um ponto de viragem e impulsionou a equipa para uma segunda volta de grande qualidade. Apesar das lesões graves de 2 atletas, a equipa, reduzida a 6 elementos, “fez das tripas coração” e conseguiu uma série de resultados muito positivos que a alavancaram finalmente para o topo da classificação. A barreira do 5º lugar foi ultrapassada e a ponta final do campeonato foi entusiasmante, com a luta pelos lugares de acesso à Divisão de Honra a ser disputada até ao último minuto. A vitória da Cafetaria na última jornada confirmou o 3º lugar e como havia rumores de que as desistências e penalizações das divisões superiores significavam um lugar extra de subida, o clube festejou o regresso à Divisão de Honra, depois de alguns anos afastado. Contudo, a notícia da subida de divisão e o balanço da época esperaram pela confirmação oficial da A.F.Porto. Agora que é seguro que a Cafetaria representará a Divisão de Honra na época 2009/2010, destacamos a grande união dos jogadores e o trabalho da equipa técnica, da massagista e dos directores, bem como o apoio dos adeptos, que em conjunto resultaram na ambicionada subida de divisão, apesar de todas as contrariedades. Estão todos de parabéns.

Estatística
Equipa
· 30 Jogos, 16 vitórias, 8 empates e 6 derrotas.
· 60 Golos marcados e 40 golos sofridos – Melhor defesa do campeonato

Individual

Golos Marcados
Carlitos – 17
Pedro – 14
Fabinho – 8
Fonseca – 8
Luís – 3
Nelo – 3
Toni – 2
Filipe – 1

Golos Sofridos
Nelo – 17 jogos, 30 golos
Preto – 13 jogos, 10 golos

Disciplina

Cartões Amarelos
Pedro – 11
Toni – 5
Carlitos – 4
Fonseca – 3
Fabinho – 2
Filipe – 2
Nelo – 2
Luís – 1

Cartões Vermelhos
Filipe, Pedro e Toni - 1

11/05/09

Jornada 30

Na última jornada do campeonato encontrámos o último classificado, Dream Team, com a obrigação de o vencer para assegurar o 3º lugar, classificação que faria justiça ao desempenho da nossa equipa na prova. Os primeiros minutos foram de sentido único. A Cafetaria entrou forte no jogo, a circular a bola com velocidade e a aproximar-se perigosamente da baliza adversária. A defesa do Dream Team conseguia, no entanto, adiar o golo da Cafetaria e, apesar de alguns momentos de aflição, à medida que o tempo passava sacudia a pressão, embora sem criar real perigo na baliza à guarda de Preto. A Cafetaria continuava com mais posse de bola e maior domínio de jogo quando, sensivelmente a meio da primeira parte, surgiu o primeiro golo. Carlitos viu a desmarcação de Luís pelo centro do terreno e endereçou-lhe a bola; este recebeu-a com o pé direito e chutou-a com o esquerdo por entre as pernas do guarda-redes, fazendo o 1-0. O Dream Team pareceu despertar para o ataque com o golo sofrido, pois passados alguns instantes criou oportunidades claras de golo, entre as quais se destaca uma bola atirada ao poste com a baliza escancarada. A Cafetaria respondeu de imediato através de Fabinho que da faixa esquerda rematou ao poste, com muita força. O jogo encontrava-se num ritmo elevado, quando o árbitro apitou para recolher aos balneários. A segunda parte começou novamente com intensidade e as situações de golo verificaram-se nas duas balizas, principalmente na adversária. Numa delas a Cafetaria fez o segundo golo por intermédio de Carlitos que respondeu ao segundo poste a um cruzamento da direita. O jogo não estaria, contudo, resolvido, pois o Dream Team queria limpar a imagem e mostrar que a classificação não traduzia o valor da equipa. Assim, num momento de desconcentração defensiva da nossa equipa, um jogador adversário surgiu sozinho, desmarcado sobre a faixa esquerda, e reduziu a desvantagem ao concretizar um grande golo num remate de primeira, sem deixar a bola cair. O golo, alcançado num momento crucial da segunda parte, fez tremer ligeiramente a Cafetaria que passou por algumas dificuldades, embora bem resolvidas pela defesa e por Preto. Depois desse período a equipa estabilizou emocionalmente e fez uma ponta final de jogo sem grandes sobressaltos, podendo inclusivamente aumentar a vantagem num ou noutro lance. O resultado fixou-se no 2-1 e a vitória da Cafetaria resultou na manutenção do 3º lugar. Esta classificação, tendo em conta as diversas contrariedades que afectaram a equipa durante o campeonato, é merecida e valorosa. Todos os elementos do clube estão de parabéns (jogadores, treinadores, massagista, dirigentes e adeptos).
Cinco inicial: Preto, Luís (1), Filipe, Carlitos (1) e Fonseca
Banco: Toni, Pedro e Fabinho

04/05/09

Jornada 29

Na penúltima jornada do campeonato, a Cafetaria deslocou-se a Alfena para defrontar o BPI, acalentando a esperança de vencer e de subir na classificação. A primeira parte disputou-se num ritmo algo lento, fruto da estratégia defensiva da equipa adversária e das condições atmosféricas do pavilhão que se encontrava extremamente abafado. Em todo o caso, a Cafetaria foi sempre mais pressionante e ofensiva fazendo jus à sua classificação. O BPI, pelo contrário, apostou numa estratégia que privilegiava a contenção defensiva, o encurtamento dos espaços e o contra-ataque. Até meio da primeira parte verificaram-se lances perigosos na baliza contrária, principalmente através de cruzamentos ao segundo poste que não tiveram o melhor destino, entre os quais se destaca uma ocasião protagonizada por Fonseca que não foi feliz na finalização. Timidamente o BPI subiu as suas linhas e tentou visar a baliza à guarda de Preto, mas as suas iniciativas foram bem resolvidas pela nossa defensiva. Numa dessas investidas, Luís recuperou a bola à entrada da área da Cafetaria e conduziu-a até ao meio campo contrário, passando-a posteriormente a Carlitos que da linha lateral rematou cruzado e rasteiro, batendo o guarda-redes adversário, que ficou mal na fotografia. O primeiro golo quebrou a resistência do BPI que a partir desse momento abriu algumas brechas na sua defesa proporcionando situações claras de golo à Cafetaria. Entre elas destacam-se duas bolas na trave no mesmo lance (incrivelmente!) e, mais adiante, um remate ao poste. O intervalo chegou com a nossa equipa a dever alguns golos ao marcador. A segunda parte começou no mesmo ritmo, com a Cafetaria a dispor de maior posse de bola e domínio territorial. Desta forma, foi com naturalidade que Carlitos bisou no jogo, depois de uma boa jogada individual em que ultrapassou um adversário, fugiu para o meio e rematou com sucesso para o fundo das redes. A partir daqui, o BPI, sem nada a perder, avançou o guarda-redes e jogou o resto do tempo, em situação de posse de bola, com 5 elementos de campo. Esta estratégia melhorou a qualidade do jogo adversário que, em seguida, alcançou as melhores oportunidades para marcar durante toda a partida. Entre elas destacam-se diversos remates perigosos ao lado e um remate ao poste. A Cafetaria, em contra-golpe, também criou diversas jogadas de perigo, mas, devido essencialmente à precipitação na definição dos lances, não conseguiu aproveitar o adiantamento do guarda-redes adversário. Neste sentido, o resultado não mais se alterou e o jogo acabou com a vitória da Cafetaria por 2-0. Esta vitória ganhou um relevo especial em virtude das derrotas da Biquinha e do Araújo, o que resultou na ascensão da Cafetaria ao merecido 3º lugar. A última jornada serve, portanto, para confirmar este honroso lugar.
Parabéns ao Sache que se sagrou um justo vencedor da Série na penúltima jornada.
Cinco inicial: Preto, Luís, Pedro, Filipe e Fonseca
Banco: Toni e Carlitos (2)

27/04/09

Jornada 28

Num jogo determinante para a Cafetaria no que respeitava à subida de divisão, a nossa equipa ficou irremediavelmente afastada do 2º lugar. O empate a 2, aliado à vitória do Cruzeiro Santana frente à Biquinha, deitou por terra as nossas aspirações. Em todo o caso, o jogo teve história própria, com muito interesse aliás. A primeira metade teve 2 golos, 1 para cada lado. A Cafetaria marcou primeiro, a meio da primeira parte, através de Pedro que converteu novamente com sucesso um livre frontal, desta feita rasteiro e colocado. O jogo até então estava a ser disputado, com oportunidades de golo em ambas as balizas. A nossa equipa enviou 2 bolas aos ferros da baliza adversária, ao passo que o Sache fê-lo por uma vez. A acabar o primeiro tempo, com o jogo aparentemente controlado, a Cafetaria deixou-se empatar, num movimento de contra-ataque rápido que culminou com um auto-golo de Filipe, depois de uma bola cruzada ao segundo poste. O empate ao intervalo e a exibição personalizada da nossa equipa mostravam que a vitória era possível. A segunda parte começou com maior assédio do Sache. Neste particular, destaque para Preto que com um punhado de boas defesas evitou o golo adversário. Em contra-ataque a Cafetaria era pouco eficiente e pecava na finalização. Desta forma, o Sache chegou ao golo mediante uma boa jogada de entendimento que desfez o empate. A Cafetaria demorou a reagir e sofreu alguns apuros na defesa. No entanto, quando conseguiu estabilizar emocionalmente, acercou-se da baliza contrária na busca do golo do empate. Golo que surgiu novamente dos pés de Pedro numa jogada básica de futsal: Pedro passou a bola a Filipe para a entrada da área, que a pisou para o remate vitorioso do primeiro. Estava feito o 2-2. O jogo na parte final partiu-se completamente, com jogadas cá e lá e muita emoção, contudo o resultado não viria mais a ser alterado. Boa partida e empate que acaba por ser mais benéfico para o Sache. A nossa equipa já não luta pela subida, mas tentará nos últimos dois jogos vencer para alcançar a melhor classificação possível.

Cinco inicial: Preto, Pedro (2), Filipe, Carlitos e Fonseca
Banco: Toni, Fabinho e Luís


20/04/09

Joranada 27

A Cafetaria e a Biquinha encontraram-se no sábado passado, no pavilhão da equipa matosinhense, no que foi um jogo importantíssimo na definição dos primeiros lugares. À partida, o desafio assumia contornos de uma verdadeira final, um jogo de tira-teimas, principalmente para a nossa equipa que partia em desvantagem pontual. O confronto, como se previa, foi muito disputado, mas a Biquinha, auxiliada pela permissividade dos árbitros, protagonizou momentos de pura violência que não orgulham o futsal. A crónica do jogo começa precisamente por aí, visto que é impossível ignorar o ambiente adverso e enervado das bancadas do pavilhão da Biquinha. Confirma-se que jogar nestas condições é difícil para a equipa adversária e para a equipa de arbitragem. Assim se explica o começo algo tímido da Cafetaria que se remeteu à sua zona defensiva, enquanto o adversário circulava a bola com velocidade e fazia os primeiros remates. A agressividade inicial da Biquinha, que fez durante todo o jogo uma pressão constante na saída de bola, prejudicou a posse de bola da nossa equipa que nesta altura falhava bastantes passes e não aproveitava devidamente o contra-ataque. Até que, sensivelmente a meio da primeira parte, numa jogada bem gizada pelo nosso ataque, Pedro enviou uma bola ao poste. Na sequência desse lance, um jogador da Biquinha desentendeu-se com a equipa técnica, saiu do campo por vontade própria e “pediu” a expulsão ao árbitro, já fora das 4 linhas. Os ânimos no pavilhão exaltaram-se e o jogo ficou electrizante. A Biquinha continuou o seu futsal aos repelões, mais jogado com o coração do que com a cabeça, que, porém, se revelava sempre perigoso no ataque, através de remates constantes que ora saíam ao lado, ora eram interceptados pela defesa e por Preto. Em sentido contrário, a Cafetaria, libertada dos receios iniciais, aproveitava a desorganização defensiva da Biquinha e construía ocasiões de golo, principalmente por intermédio de Fabinho que vindo do banco trouxe objectividade à equipa, rematando pelo menos 3 vezes com perigo. Até final dos 20 minutos, registo apenas para uma bola na trave da baliza à guarda de Preto que se distraiu e viu um jogador adversário fazer-lhe um chapéu com a cabeça. Ao intervalo, o trabalho da equipa de arbitragem era negativo em desfavor da Cafetaria: atemorizada pelo ambiente adverso, marcava todas as faltas, mesmo que inexistentes, a favor da Biquinha e deixava por assinalar faltas claras em prejuízo da nossa equipa. A revolta sentida no balneário foi a tónica para o que restava do jogo e a equipa saiu muito motivada para trazer uma vitória contra tudo e contra todos. A segunda parte manteve o cariz da primeira: a Biquinha atacava constantemente e a Cafetaria respondia com contra-ataques venenosos. Houve nova bola na trave da baliza de Preto, desta feita num remate de fora da área, e na resposta, num contra ataque de 3 para 2, a Cafetaria falhou incrivelmente o golo. Todavia, num golpe de sorte, o golo finalmente apareceu - Carlitos quase sem ângulo rematou com força, a bola ressaltou na defesa contrária e resvalou para o interior da baliza. Estava feito o 1-0. O golo acentuou ainda mais a pressão da Biquinha, mas a Cafetaria numa prova de solidariedade, empenho, dedicação e esforço defendeu muito bem a vantagem e não permitiu o golo adversário. Pelo contrário, fomos nós que aumentámos a vantagem, novamente através de Carlitos que rematou de fora da área em zona frontal, fazendo o 2-0. A poucos minutos do final, a Biquinha socorreu-se do 5º elemento, mas sem sorte, já que num lance em que os 5 jogadores adversários estavam no nosso meio campo, a bola foi interceptada por Fonseca que desferiu um remate certeiro de muito longe para o interior da baliza deserta. 3-0 e ponto final no jogo. A vitória foi muito festejada por todos os afectos à Cafetaria, pelo que representa na recta final do campeonato, e por ter sido conquistada em condições muito difíceis. O clube está de parabéns, foi uma prova de carácter. Por último, parêntesis para o trabalho horrível dos árbitros. Se na primeira parte o campo estava desequilibrado para o lado da Biquinha, na segunda assistiu-se a uma vergonha completa, um escândalo. Houve um jogador que deu uma cabeçada num atleta da Cafetaria e não viu sequer amarelo. O mesmo jogador deu um pontapé por trás, com o jogo parado, noutro atleta da Cafetaria e viu apenas amarelo, ainda que depois de muitos protestos. Houve entradas violentas da Biquinha, à margem da lei não sancionadas. Houve faltas ridiculamente marcadas contra a Cafetaria, entre as quais se destaca uma bola que bateu nas pernas de Pedro e que o árbitro entendeu que fora com a mão. Enfim, um rol de disparates que envergonha a arbitragem distrital. Quando os jogadores procedem mal são severamente punidos, como já aconteceu com a nossa equipa nesta época. Ao invés e infelizmente, quando os árbitros são incompetentes e prejudicam claramente as equipas, continuam impunes e nada lhes acontece. É uma nódoa do futsal distrital.

Cinco inicial: Preto, Toni, Pedro, Filipe e Fonseca (1)
Banco: Luís, Fabinho e Carlitos (2)


09/04/09

Jornada 26

O jogo desta semana pôs frente a frente duas equipas interessadas na luta pela subida. Por um lado, o Cruzeiro Santana, 2º classificado, mais confortável, dispondo de 4 pontos de vantagem. Por outro lado, a Cafetaria à procura de reduzir as diferenças e manter vivo o sonho da Honra. A partida começou com o domínio da Cafetaria, assente numa posse de bola segura, feita na zona do meio campo. As primeiras oportunidades não tardaram em surgir, mas os remates saíram invariavelmente ao lado. A equipa adversária, depois desse período de maior assédio da Cafetaria, reequilibrou-se e passou a ser mais perigosa. Preto correspondeu com duas boas defesas a remates dos jogadores contrários e o mote foi dado para o que restava do jogo: o equilíbrio seria a nota dominante. De facto, até ao final da primeira parte assistiu-se a boas jogadas de envolvimento em ambos os lados. O pendor ofensivo da nossa equipa era nesta altura maior, contudo não houve aproveitamento das hipóteses de golo criadas. Assim, justificava-se o empate a zero ao intervalo. A segunda parte trouxe um Cruzeiro Santana mais agressivo e ofensivo. A Cafetaria respondeu com boa organização defensiva e contra-ataques venenosos, sistema que lhe proporcionou alegrias noutros jogos. Perante a dificuldade em penetrar na nossa área defensiva, o Cruzeiro tentou rematar de fora da área de todas as maneiras e feitios, no entanto, as suas tentativas não foram bem sucedidas, já que os remates ou saíram ao lado ou foram bloqueados pela defesa e pelo guarda-redes. Em sentido contrário, a Cafetaria produziu boas situações de golo, através da estratégia delineada no treino que passava por pôr a bola nas costas da defensiva adversária. Fonseca, Carlitos e Pedro tiveram o golo nos pés mas os remates ou saíram ao lado ou foram interceptados pelo guarda-redes adversário. O jogo encaminhou-se para o fim num ritmo frenético, de parada e resposta, sem que as redes fossem violadas. Apito final e empate a zero que penaliza mais as nossas ambições. As equipas proporcionaram um bom espectáculo de futsal, faltando apenas os golos. Desta vez as defesas e os guarda-redes superiorizaram-se aos avançados e o desfecho final acaba por ser natural. Destaque para o regresso à competiçaõ de Luís que esteve afastado da equipa durante cerca de 4 meses devido a uma lesão grave no pé. A 4 jornadas do fim do campeonato encontramo-nos em 5º lugar a 5 pontos do 2º, que passou a ser a Biquinha, equipa que defrontaremos na próxima jornada no tudo ou nada no que respeita à subida de divisão.

Cinco inicial: Preto, Pedro, Filipe, Carlitos e Fonseca
Banco: Toni, Luís e Fabinho